Direitos impermanentes e deveres necessários

Por Letícia Freitas

A perda de direitos vem sendo uma pauta comum para o brasileiro que, em 2017 viu, parte deles ir embora com a aprovação da Reforma trabalhista. Com ela, o trabalhador passou a ter direito a apenas 30 minutos de almoço no lugar de uma hora e a contribuição sindical deixou de ser obrigatória, entre outras mudanças. Mas, além desta, existe a Reforma da previdência, que parece caminhar para o mesmo fim, reforma na qual direitos como a aposentadoria com 15 anos de contribuição deixam de existir e passa a ser exigido o mínimo de 20.
Com tantas mudanças, fica clara a necessidade de se discutir quais direitos são ou não essenciais para se viver em uma sociedade saudável. É importante que com a perda dessas e outras garantias, o povo se atente e dê valor aos direitos adquiridos ao longo dos anos com tanto sacrifício dos cidadãos que lutaram para adquiri-los. Não se deve pensar nas leis como algo eterno e permanente, para que eles não sejam extraviados e as futuras gerações tenham que batalhar novamente por algo já antes conquistado.
Para que haja a manutenção dos direitos, é de suma importância que també

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