Uma luta que nunca termina

Por Bárbara Souza

No fim de 2018, a Declaração Universal dos Direitos Humanos completou 70 anos, e, ao longo desses anos, as mudanças foram notadas no mundo todo. A partir daquele momento, os direitos passaram a ser reivindicados com mais rigor. A união de centenas de países, em um compromisso real para com a população. Depois de tantas guerras e dificuldades, a vida tomou outro significado e essa união marcou uma nova era.

Mas a luta continua. Muitos dos direitos que achávamos ser garantidos ainda são negligenciados a grande parte da população mundial. Pessoas morrem de fome, de frio, por falta de assistência e até de desespero. Pessoas morrem de medo do futuro, ou da ausência dele. As pessoas têm medo, mesmo com seus direitos fundamentais garantidos, ao menos no papel, pela Constituição.

No título II, do art. 5º ao 17 da Carta Magna, questões como a igualdade perante a lei, direito à vida, liberdade, moradia e proteção são claramente mencionados. Mesmo assim, quando nos deparamos com a realidade, percebemos o quanto a desigualdade e a descriminação imperam em nosso país. O Estado, que deveria nos fornecer a melhor assistência possível, é o mesmo que tenta arrancar do povo o que foi duramente conquistado no decorrer da nossa história.

Como cidadãos, temos direitos, mas temos nossos deveres também. A mudança que queremos em nossa sociedade sempre começa por nós mesmos. Até mesmo o ato de requerer o cumprimento dessas leis é um dever nosso como cidadão. A frase “Seu direito começa, quando o direito do outro termina” evidencia bem o convívio em sociedade que precisa ser exercitado. Enquanto isso, a luta continua.

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